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Madrugada de Carnaval no litoral de São Paulo tem ataque violento e desfecho trágico

O caso chocante está sob investigação.

Festas de carnaval costumam reunir multidões em diferentes cidades do país, exigindo esquemas especiais de segurança e controle de acesso. Mesmo com planejamento prévio, ocorrências isoladas podem acontecer fora das áreas delimitadas para os eventos oficiais.

Dados de órgãos de segurança indicam que, em períodos festivos, o grande fluxo de pessoas e a dispersão após o encerramento das atrações demandam atenção redobrada das autoridades.

Na madrugada deste domingo (15), um adolescente de 17 anos morreu após ser atingido por um disparo na cabeça em Guaratinguetá, no interior de São Paulo. O caso ocorreu por volta das 2h, na Avenida Presidente Vargas, nas proximidades de uma ponte.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foram acionadas após relatos de que uma pessoa havia sido baleada durante uma festa de carnaval na rua. Ao chegarem ao local, constataram que a vítima era o jovem, que não resistiu aos ferimentos e morreu ainda na via pública.

A área foi isolada para o trabalho da Polícia Civil, que registrou o caso como homicídio na Delegacia Seccional do município. Até o momento, ninguém foi preso, e as investigações seguem em andamento para identificar autoria e motivação.

Em nota, a Prefeitura de Guaratinguetá informou que o episódio ocorreu fora do circuito oficial do carnaval, que havia sido encerrado às 1h30, embora ainda houvesse público nas imediações.

Segundo a administração municipal, havia controle de acesso nos pontos inicial e final da avenida durante o evento, e o fato ocorreu além da área submetida à revista.

A gestão também destacou que o público estimado era de cerca de 60 mil pessoas e que o local contava com reforço de segurança, incluindo atuação da Cavalaria e da Polícia Civil.

A prefeitura declarou solidariedade à família do jovem e afirmou colaborar com as investigações por meio do compartilhamento de imagens captadas pelas câmeras do Centro de Operações Integradas.

O caso reforça o desafio de garantir segurança ampla em eventos de grande porte, especialmente no momento de dispersão do público.